Quando menos é mais

Desde meados do século XX, a cirurgia plástica tem se mostrado uma poderosa aliada de quem pretende disfarçar as marcas do tempo. Mas, na busca por uma imaginária juventude eterna, muitas pessoas  – mulheres, em esmagadora maioria – alteram o rosto de forma tão radical, ou com tanta frequência, que acabam se tornando uma caricatura de si mesmo. “A era das intervenções radicais chegou ao fim. Hoje, as cirurgias plásticas evoluíram, são mais sutis e os resultados mais naturais. Envelhecer mal, com muitas rugas, não combina com o padrão da atualidade. Por isso, acho compreensível a ansiedade das mulheres na faixa dos 50 anos. A maior parte delas não está correndo desesperadamente atrás da juventude. Só quer envelhecer bem. O pedido mais comum é tirar o excesso do rosto que chama atenção negativamente”, conta o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada. Segundo o cirurgião, nos liftings de antigamente, faziam-se longas incisões, de orelha a orelha, nas quais se puxava toda a pele para cima, resultando em testas enormes e sobrancelhas fora do lugar. “Nas técnicas mais modernas de lifting, os cortes são menores. Além disso, em vez de puxar a pele, puxam-se o músculo facial e as estruturas gordurosas. Em seguida, a pele se adapta ao novo contorno do músculo”, explica o médico, que é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

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